Conheça as 100 pessoas mais poderosas da indústria da música em 2015

Saiu a edição 2016 das 100 pessoas mais poderosas da indústria da música, de acordo com a Billboard Magazine. A lista seleciona os profissionais de acordo com o impacto que causaram no comportamento dos consumidores, impressões em social media, rádio e tv, trajetória de carreira, crescimento da companhia, além de prêmios e posições de seus artistas nas paradas.

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Lucian Grainge, CEO da Universal Music

O primeiro lugar ficou com Lucian Grainge, CEO da Universal Music, que conquistou com 7 dos 10 álbuns mais vendidos do ano com a sua gravadora – aonde ele possui 40% das ações de mercado – e todos os cinco indicados ao Grammy de melhor álbum também eram seus artistas. Sob a direção de Grainge, a Universal Music se tornou a gravadora mais dominante da história do music business, é a segunda maior companhia de edição de música e, em 2015, foram responsáveis por 38,5% das vendas de música mundialmente.

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Michael Rapino, CEO da Live Nation

Já o segundo lugar ficou com Michael Ralpino, CEO da Live Nation, um dos maiores conglomerados de promoção de shows do mundo. Sua empresa possui 8.000 funcionários, e apenas no terceiro trimestre de 2015, a Live Nation teve um faturamento de 5.8 bilhões de dólares, um número 9% maior que o do ano anterior. De acordo com a Billboard Boxscore, a empresa teve 11 das 25 tours mais vendidas no ano – mais do que qualquer outro promotor – sendo que o One Direction ficou em segundo lugar com um faturamento de 208 milhões de dólares por 80 shows, e o U2 conseguiu o terceiro lugar com 152 milhões de dólares em 76 shows.

Jimmy Iovine, Executivo da Apple

Jimmy Iovine, Executivo da Apple

O terceiro lugar foi uma das poucas posições divididas por quatro profissionais: Jimmy Iovine, Eddy Cue, Robert Kondrk e Trent Reznor, todos executivos e representantes da Apple Music (Reznor também é o único músico que entrou para a lista, já que encabeça o Nine Inch Nails, além de ser um dos responsáveis pela curadoria da Apple Music). Graças a esse time, após a carta aberta de Taylor Swift em junho de 2015, que anunciava que a cantora iria retirar suas músicas do catálogo do streaming da empresa por eles não pagarem royalties para os artistas durante o período de free-trial. Em uma rápida negociação entre Cue, Iovane e a Universal, eles conseguiram impedir o que seria um dos maiores desastres de lançamento de streaming recentes, provando o poder de contatos próximos da Apple além de muita estratégia e visão comercial.

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